Cordeiro em Pele de Lobo

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Desde sempre, a todos fui muito dedicada.
Mostro minha alma que mesmo com a dor quase não foi danificada
Entrego-me a todos que amo ou por quem sou amada.
Mas as pessoas não gostam, detestam, simplesmente não suportam 
Conhecer a minha leve obscuridade quase nunca revelada
Ninguém aguenta minha face após a queda
Da minha última e melhor máscara.

A verdadeira face aparece quando não há mais lugar para as falsas
Some a artificialidade, e no lugar surge a personalidade
De uma pessoa bondosa efusiva dedicada e amorosa
Provavelmente vista por muitos como alguém de sanidade duvidosa. 


Campanha Salve Lennox!

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Este cachorrinho que vocês estão vendo na foto se chama Lennox. Ele morava com sua família em uma residência cercada para que não fugisse, era dócil e servia de companhia para uma jovem de 11 anos que é portadora de deficiência. Tudo bem até aí, não fosse o fato de que na Irlanda do Norte, qualquer cão da raça pitbull ou de outra considerada perigosa, se for denunciado, é morto pelas autoridades, a menos que se comprove que ele não oferece perigo, coisa rara de acontecer. Sim, vejam só que absurdo. Uma denúncia anônima dizia que Lennox era uma animal "capaz de arrancar cabeças" e fez com que o Lennox fosse preso enquanto aguarda sentença. Isso ocorreu dois anos atrás e desde então o pobrezinho está confinado, perdendo pelo por conta do stress e com a vida em jogo.
Muita gente ao redor do mundo se sensibilizou com a história deste camaradinha, e estão, assim como eu, tentando ajudar a salvá-lo. Sites, blogs, postagens e uma petição online foram criados a fim de que a vida do pobre Lennox seja poupada e que a dor dele e de sua família seja aliviada, fazendo com que este ser inocente possa retornar ao seu lar. Deixo aqui o link da petição e peço a todos que lerem que não deixem de assinar, além de ser rápido e não custar nada a você, para Lennox pode ser a diferença entre vida e morte.

Lara Tôrres

Abuso

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Um dia em que nada agrada, parece que todo o mundo é feio e sem graça. Não estou suportando alegria alheia, hoje pra mim não há porque ninguém estar feliz, num dia de merda. Quero poesia, melancolia, profundidade textual e sentimentalista. Não to a fim de ler nada sério como o meu livro BRASIL : NUNCA MAIS que é perfeito diga-se de passagem, mas as suas doses de tristeza vêm com muita desgraça e seriedade junto. Creio que boa parte do que eu estou sentindo agora é ausência do estudo da minha amada Literatura, especialmente de poesia sentimentalista ou revoltada, hoje assuntos mais sérios e voltados para o social estão descartados da minha lista de anseios. Não, eu quero algo mais introspectivo. E quero a solidão completa. Quero me colocar numa redoma de vidro, que eu pintaria de preto para que a luz não passasse. Isolada, no escuro, melancólica e triste em meio a poesias e músicas ás quais se podem empregar os mesmos adjetivos que acabei de citar acima. É do que eu estou precisando hoje, neste dia sem graça, sem nexo, sem nada. AAAAAh TPM desgraçada!

O Que Fica De Mim?

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Isto pode soar estranho para uma pessoa de 16 anos que não tem nenhum problema psicológico que leve a pensar em morrer, mas de novo eu me pego pensando no fim de minha vida. Não pensando em acabar com tudo (isso nunca), mas sim no que ocorreria depois que a sociedade brasileira não contar mais com a presença de Lara Tôrres de Almeida. Penso no que estou fazendo agora, na minha relação com as pessoas, no que eu estou construindo em vida, e principalmente nas marcas que eu estou deixando neste mundo, nas pessoas que estão junto a mim. Recentemente presenciei uma homenagem a uma pessoa que faleceu, sendo citada por todos como um perfeito guerreiro em vida, como alguém exemplar e super cativante... alguém querido que arrancou lágrimas incontáveis dos que ficaram e o viram partir. Daí pensei : Será que eu vou ter algo assim quando for chegada a minha hora de morrer? Eu vou merecer? Meus familiares, meus amigos, mestres que passaram por mim  nesta deliciosa época de colégio... enfim as pessoas com quem eu convivo mais, os que me conhecem melhor, vão sentir minha falta com pesar verdadeiro? Como eu vou ser lembrada pelos que foram até o fundo da minha personalidade? Minha memória será boa para as pessoas? São momentos felizes que ficaram gravados nas mentes dos que se lembrarem de mim? No fim de tudo, quem afinal terei sido eu? Alguém que foi capaz de proporcionar alegrias e prazer aos que puderam se aproximar e conhecer a fundo minha personalidade? Ou uma pessoa que era desagradável ou pelo menos insignificante na vida dos outros, alguém cujo o convívio foi algo desagradável e entediante... uma pessoa que pode ser facilmente esquecida, excluída, apagada em definitivo da mente dos demais, do coração de todos? Afinal alguém realmente me tem dentro do coração de maneira definitiva, sem chance de ser esquecida ou superada após um vacilo que deixa mágoas? Eu estou fazendo algo que merece ser lembrado, digno de uma homenagem sincera e comovente? Tenho no final de tudo deixado algo de valor no mundo?

Me vejo muito em meio a estas inquietações, por ter bastante medo de chegar ao fim do meu caminho mundano sem ter deixado absolutamente nada com ninguém, nenhuma boa lembrança, nenhum momento gostoso, uma saudade boa, memórias que envolvam risadas e lágrimas de saudade verdadeira, lágrimas de quem realmente se preocupava, queria estar e lutar ao meu lado, de quem se importou com meu bem estar... lágrimas de amor ausente por conta do único mal irremediável que reúne todos os seres vivos num único rebanho de condenados.
Mudando um pouco do tema pós-morte, cito também aqui as razões de eu viver dessa forma, pensando no que eu estou fazendo no mundo e se ao fim de tudo isto o que estará feito é digno de reconhecimento pela parte de qualquer pessoa. Auto-estima nunca foi meu forte, sempre me vi como alguém negativamente diferente das outras pessoas, porém apenas isto não bastaria para gerar tanto conflito em mim. Minha infância foi tranquila se não considerar a dureza e severidade excessivas que sempre tive na imagem de meu pai, exigindo sempre que eu fosse a melhor das melhores em tudo para ter sucesso em minha vida. Minha adolescencia chegou, e eu me vi aflita assim depois de ter visto tantas pessoas sendo esquecidas mesmo ainda estando vivas, tive que aceitar e suportar a ideia de que eu amaria certas pessoas à minha volta, mas que o meu amor por si só não garantiria a reciprocidade de sentimentos. Assim fui me sentindo cada vez mais como zero à esquerda por perceber que as pessoas nunca me correspondiam igualmente, não me procuravam nem ligavam realmente para mim, não havia uma preocupação verdadeira com o meu bem estar psicológico, físico e emotivo por parte de pessoas com as quais eu dividi meu coração em vários pedacinhos capazes de conter em cada um tamanha quantidade de sentimentos que valiam por um coração inteiro, como uma esponja do mar que ao ser despedaçada forma um novo ser de cada fragmento seu. Somando isso à meu gosto pela história, eu me vi ainda mais perdida por ter adquirido o desejo de dar uma de Anne Frank permanecendo viva após minha morte, ou de Getúlio Vargas que deixou a vida entrando para a história. Passar pelo mundo, viver e morrer sem ser notada ou reconhecida por feito algum, quer fosse ele bom ou mau não me servia mais. Conhecer o mundo não é o bastante, o mundo precisa me conhecer. Mas em meio a tanta falta de reconhecimento pelos meus esforços para ser alguém bom o bastante nem mesmo por parte dos mais íntimos e chegados, como então eu posso estar trilhando um caminho que me levará a alcançar o sucesso, a realização do sonho de fazer algo útil e digno de reconhecimento, que me faça ser lembrada mesmo depois de meus ossos tornarem-se adubo, deixando a imagem de uma pessoa de bem que fez algo de útil e agradável, como ser alguém que enquanto viva levou alegrias e momentos prazerosos aos que puderam conhecer-me? Como fazer de minha companhia uma alegria, como fazer minha presença ser felizmente notada e minha falta ser sentida? O que afinal fica de mim para ser lembrado? Eis aí mais uma resposta que eu gostaria de ter. Ou pelo menos saber esquecer as perguntas, a fim de que elas não me levem à loucura.

Lara Tôrres.



Eu Barroca.

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Dentro do estudo da literatura, o Barroco diz respeito ao estilo literário marcado por um ser humano sempre em dúvida, por conta da passagem do período de idade média, onde o mundo inteiro girava em torno da crença em Deus acima de qualquer coisa (pensamento Teocêntrico ) e o modelo de pensamento antropocêntrico (Homem no centro, podendo pensar por si só mas sem abandonar suas crenças). Tudo que tem marcas causadas por contextos históricos e deixa seus registros para as futuras gerações não se acaba por completo, mesmo que mude o pensamento de época e os parâmetros sociais sejam completamente renovados. Isso explica porque um estilo de escrita e arte que esteve no auge lá para os anos de 1600 toca as pessoas ainda hoje, fazendo com que elas se identifiquem com tudo o que foi escrito e retratado em obras artísticas. 


Parando para refletir um pouco sobre isto, podemos concluir que embora hoje não nos vejamos no meio deste forte conflito entre o mundano e o transcendental, pecado e salvação, divino e profano, nós estamos quase sempre mergulhados em dilemas até os dias de hoje, e presumo eu que por toda a eternidade assim será. A contradição e a dúvida são sempre parte integrante da vida humana, tão cheia de opções, escolhas e caminhos a serem seguidos... são tantas bifurcações que nós por muitas vezes nos vemos perdidos e indecisos, suprimidos entre cansaço e dever, certo e errado, desejo e capacidade de saciá-lo sem culpa, cômodo e necessário... 


Aí está, este último exemplo que dei é talvez o maior dilema que cerca o mundo das mulheres e também de homens inseridos em relacionamentos amorosos. Há ou não chance de salvar a relação ? Ainda é como antes? Somos os mesmos? O que sobrou é o suficiente? E quando a resposta dessas perguntas é "não" surgem questões como : "Já me habituei a esta pessoa, nada está bem mas será que dá para levar do jeito que está, mesmo frio, mesmo com tudo mudado, tão diferente e com todos os nossos problemas? Será que eu aguento o fim? Será que tenho coragem? Como o outro ficará? Ficarei só no mundo? Vou amar mais alguém? Não seria mais fácil manter esta pessoa ao meu lado mesmo da maneira que é, do que lidar com a mudança de vida que acarretaria desfazer este laço? Não é melhor evitar a dor de se separar? ". Questão delicadíssima, que causa sofrimento a muitas pessoas pelo mundo a fora, e sim isto é uma tortura. Digo com a experiência para apoiar minhas palavras neste momento. 


Esta divisão toda entre ficar e ir embora, tentar e largar, insistir e desistir é sem dúvida um dos mais comuns dilemas dos enamorados, seguida da contradição entre perdoar ou não casos  de infidelidade. Problema danado é a tal da traição, com tantas definições que tem! Cada pessoa no mundo dando a sua, e nunca uma é igual a outra. Penso que traição se evita confiando e refletindo sempre muito bem sobre o que se passa em sua vida amorosa, tomando o cuidado de ver se aquela pessoa realmente atende a todas as suas necessidades sem te dar dores de cabeça ou necessidade de procurar quem as alivie. Vez ou outra me pego em meio a problemas assim, neste tipo de reflexão, atolada em dilemas, e noto que não acontece apenas comigo, mas com muitas pessoas, mais comum com mulheres, me levando a crer que você, sua, melhor amiga, sua colega de colégio faculdade ou trabalho, sua mãe, sua irmã, sua prima de milésimo grau, a manicure do seu salão, a mocinha da faxina, todas nós somos, nossa feminilidade é, eu sou barroca. 


Lara Tôrres. 


DEDICAREI ESTE TEXTO A MINHA PROFESSORA DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA Andréa Galvão ,QUE ME AJUDA A REFLETIR SOBRE A VIDA, E A MINHA PROFESSORA DE HISTÓRIA E LITERATURA, Kariny Mirtes Freitas, QUE TAMBÉM DEU BASE PARA QUE EU PUDESSE PASSAR MINHAS IDEIAS DESSA MANEIRA, EXEMPLIFICANDO A PARTIR DE UM ESTILO LITERÁRIO.


"Que caminho eu devo tomar?"

Faça Seu Batom Hidratante

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Oi ;D Um dia desses eu estava olhando os vídeos que a Aline Sideris postou em seu blog Frescura Sem Censura que aliás é o que eu mais gosto em toda a web (depois do meu é claro ;p) kkk Brincadeirinha Aline. Voltando ao tema, em meio aos vídeos dela, vi um tutorial sobre como fazer um gloss hidratante com vaselina e pigmentos de maquiagens que a gente sempre tem em casa, tipo blush ou sombra. Fiquei pensando : SERÁ QUE TEM COMO FAZER ISSO COMO FAZER UM BATOM DA COR QUE ME DER NA TELHA E QUE HIDRATE MEUS LÁBIOS?  Terminei por descobrir que manteiga de cacau derrete facilmente e que assim como a vaselina, ao se misturar com os pigmentos cria uma cor bastante rica se você usar bastante. O resultado da minha experiência foram dois batons cor-de-rosa. Fazer é suuuper fácil! Vou ensinar agora para vocês. 




Você precisa de alguma sombra ou blush da cor que preferir, um batom de manteiga de cacau, um recipiente onde deixar a manteiga de cacau depois de endurecida e uma concha para derreter a manteiga de cacau.


Primeiro você deve abrir o recipiente e raspar a maquiagem a fim de depositar o pó no frasquinho (usei a lembrancinha dos 15 anos da minha prima hahaha). Bote muito caso contrário seu batom fica quase sem cor. Deverá ficar assim 






Depois chega a hora de derreter a manteiga de cacau. Você deve cortar o batom com uma faca, tirar a parte que ainda ficar no tubinho e pôr tudo numa concha de feijão, levando em seguida para derreter no fogão. Você deve deixar o fogo baixo e NUNCA ENCOSTE A CONCHA NO FOGO a manteiga evapora facilmente. Deixe a concha um pouco acima do fogo e aguarde o derretimento completo da manteiga.







Depois de derretida você deve levar a manteiga até o recipiente onde pôs anteriormente o pigmento e misture um pouco. Logo a manteiga esfria e endurece, deixando pronto o seu batom :D. 



Eu usei um blush rosinha, e amei o resultado.  Aqui vai mais uma foto para vocês de como ficou o meu batom. Beijinhos ;*     Lara Tôrres






Epitafobia

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  Pensando na vida eu concluí uma coisa uns tempos atrás durante uma reflexão sobre o que quero pra mim, coisa muito frequente na vida de uma estudante de terceiro ano que tem míseros 365 dias para uma decisão que pode mudar o resto da sua vida. Num destes momentos eu já cheguei a descobrir não o quero para mim, mas o oposto disto. A última coisa que quero é que a música EPITÁFIO da banda TITÃS torne-se a trilha sonora da minha estadia na terra. Descobri que tenho um medo desgraçado de terminar minha juventude ou toda a vida e concluir que não fiz o que queria por motivos mais banais que minha satisfação pessoal, que não aproveitei o suficiente o tempo que tenho na Terra. E olhe que não sei se ele será longo ou só um pequeno piscar de olhos. O intervalo entre nascimento e morte é algo tão precioso que ninguém deve desperdiçar em hipótese alguma. Embora não passe de uma jovenzinha de 16 anos, pela experiência de conhecidos mais velhos que eu e pelas desgraças que vejo das janelas de minha casa e no monitorzinho de meu notebook, sei que a vida não é fácil para a maioria da população mundial. Ela tem seus problemas, obstáculos à nossa felicidade, responsabilidades crescentes, necessidades e obrigações, sem falar no que precisamos fazer para sobreviver, que no caso de algumas pessoas, é muito mais do que outras poderiam suportar. Muitas vezes os estudos, o trabalho, obrigações, outras pessoas, fofocas, cobranças, aperreios, falta de tempo para ver o que a vida tem de melhor a oferecer a cada um (a natureza, os pequenos momentos com quem nos quer bem, com quem nós queremos bem) tira a plena felicidade de muita gente mundo a fora.
  As palavras da bela, sábia e amedrontadora música a que me referi no início deste texto fazem referência a coisas que deveriam ter ou não sido feitas, contadas sob a ótica de uma pessoa que passou por toda a sua vida e conta seus arrependimentos por ter trabalhado demais, dado muita atenção a problemas pequenos, não ter admirado bem a exuberância e beleza da natureza cada vez mais reduzida , de não ter vivido grandes emoções, sentido grandes amores e paixões avassaladoras, de não ter feito o que queria, de não ter posto para fora as frustrações e dores em forma de choro, não ter aceitado a vida e as pessoas da maneira que elas são. Ao mesmo tempo em que a letra nos diz que devemos viver com mais intensidade, há um trecho que diz "A cada um cabe a alegria e a tristeza que vier" lembrando que mesmo devendo aproveitar ao máximo se fizermos uma ou outra coisa indevida seremos nós e mais ninguém que arcaremos com a tristeza e as consequências. Temos que curtir demais, porém com cautela e responsabilidade. Isto pode nos prender entre a cruz e a espada se nossas vontades forem loucas e um tanto inconsequentes. Outro pedacinho da música nos diz que somente nós sabemos o que nos aconteceu de bom e ruim ao longo da vida, o que temos em nossa bagagem emocional, "cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração". Nós sabemos o que fazemos e sabemos de nossas razões para nossos atos (pelo menos deveríamos) de uma maneira que faz com que os outros não tenham muita razão em meter o nariz nas nossas vidas por estarem de fora, mas ao mesmo tempo abrir o coração para alguém pode ser reconfortante ou catastrófico. Como saber o que fazer? O eu - lírico da música (música é poesia meu bem!) se mostra triste e até decepcionado por não ter vivido da melhor maneira que podia e não ter mais a chance de ter tudo o que perdeu. 
  Aí me pego em um dilema: que posso eu fazer para ser feliz e não abrir mão das melhores coisas e ainda assim não ser irresponsável com meu futuro, não descumprir com meus compromissos e honrar minhas obrigações, estudar, mas também me divertir, trabalhar para viver e não o inverso, ser forte e ainda assim não me tornar fria ou insensível ao mesmo tempo eu que vivo e saboreio ao máximo cada momento, cada situação, cada acontecimento e cada emoção, de toda a vida nos mínimos detalhes? COMO PELO AMOR DE DEUS EU POSSO NO FUTURO OLHAR PARA TRÁS, RECORDAR MEU PASSADO E DIZER SEM MENTIR QUE REALMENTE VALEU A PENA TUDO O QUE FIZ, TUDO QUE VIVI, AS COISAS BOAS E RUINS PELAS QUAIS EU PASSEI? COMO FAZER QUE CADA ERRO E CADA ACERTO NO FINAL CONTRIBUAM PARA QUE EU SEJA ALGUÉM CADA VEZ MELHOR E TAMBÉM PLENAMENTE FELIZ, UMA MULHER, AMIGA, FUTURAMENTE MÃE E PROFISSIONAL REALIZADA SEM PERDER O MELHOR QUE MINHA TRAJETÓRIA DE VIDA PODE ME OFERECER? COMO GOZAR A VIDA SEM ME PREJUDICAR? Sinceramente eu não sei e esse desconhecimento me apavora demais. Se alguém souber pelo menos como não enlouquecer pensando nisso, por favor,  diga !!! 




Beijinhos ;*     Lara Tôrres 

Personalizando Sua Porta

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Oi gente :D Um dia desses eu estava achando meu quarto meio sem graça, comum, precisava de algo que deixasse claro que aquele espaço é meu, com o meu estilo precisa ser a minha cara para não ser o quarto de qualquer outra pessoa. Resolvi mexer na minha porta, que estava igualzinha a todas as outras da casa. Fiquei pensando o que poderia dar uma carinha diferente, ares de Lara Tôrres. Pensei um bocado e concluí que uns desenhos iriam dar uma vida a mais, fui ao meu amado Google atrás de algumas imagens bonitinhas, imprimi as escolhidas (era uma vez a tinta ;x) saí recortando tudo e colei com durex. Mas eu ainda achei que poderia ser a porta de qualquer outra menina que tivesse tido a mesma ideia que eu. Foi aí que pensei que meu nome lá daria o toque final à minha obra. Baixei a fonte da Disney, fiz uma imagem com meu nome e meu primeiro sobrenome, imprimi e recortei letra por letra, colando na porta em seguida. Amei tá muito a minha cara, e não pretendo parar por aqui. Por pena da tinta eu não imprimi tudo que me deu vontade na hora, e quando a impressora for reabastecida imprimo o resto e depois quando eu ver alguma imagem bonitinha que ainda caiba lá, será bem vinda e a porta expressará cada vez melhor meu jeitinho.  Autorizo imitações =p  






Beijinhos ;*      Lara Tôrres
 

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